Lerêlerê lerêlerêlerê... Dia de trabalho doméstico pesado. Fazer uma faxina em casa não é mole, não. Não estou sentindo nada, não sinto meus braços, não sinto minhas costas... hehehe. Mas me recupero. Além do mais foi um aquecimento para a festa do próximo final de semana, porque fiz tudo com Chiclete na caixa.
Eu sei que está parecendo contagem de final de ano, mas agora são apenas quatro dias pela frente. E estou tri feliz: Rê me disse que vai!!! Baby me ligou hoje também dizendo que chega na sexta. É a invasão dos goianos do quadradinho*. E então Vem, o amor é um vício que a vida tem. Onde nasce e se rompe no choro de alguém. Sem eco no fundo desse amor. Olhe o que eu sou pra você, oh, meu bem. Só me dê alegria pra eu viver. Meu amor, meu amor não me deixe sozinho. Pois a vida é uma só. Nossa vida é uma só.
*goianos do quadradinho: povo do DF... hehehe.
Há 2 semanas


Ontem saí de casa com dor de cabeça para um reunião e em seguida para o inglês. A reunião, por causa do tempo corrido, durou apenas meia hora e a cabeça ainda não doía tanto, mas bastou eu me sentar na cadeira, para assistir a aula de inglês que a coisa piorou. Estômago embrulhado, cabeça latejando e o mundo rodando. Em vez de vir para casa correndo, resolvi ficar até o final da aula. Pra quê? Não sei nem como consegui dirigir para casa. Não estava me agüentando sentada. Quando consegui trocar de roupa e me deitar na cama a cabeça parecia que ia explodir. Não tinha posição, mas deitada era ainda pior. Fiquei sentada com a cabeça um pouquinho inclinada para cima, coloquei um paninho úmido na testa, tomei meus remédios, luz apagada e a televisão ligada baixinho. Quando consegui me deitar chochilei ouvindo o Guga jogar. Acordei e o danado perdeu o jogo. Depois o basquete do Brasil... ouvi os primeiros quartos de jogo e depois capotei. Acordei hoje com um resto de dor de cabeça que ainda não passou. E o Brasil? Perdeu também.
O que será que me dá
Ai quem me dera ser poeta



Esta é a praia de Cumbuco, pertinho de Fortaleza, onde eu passei os últimos dias. Imagine a maravilha de acampar em um lugar lindo como este, ainda mais cercado de pessoas queridas que ficarão para sempre no coração. Sim, ser escoteiro é que é bacana, ser escoteiro é que é legal. Basta uma madrugada trabalhando juntos para se saber que tudo valeu muito a pena.
Pra vocês!
O dia em que Oswaldo Montenegro me ligou