Há 2 semanas
quarta-feira, setembro 14, 2011
sábado, setembro 03, 2011
Ontem foi realmente difícil não chorar. São seis meses sem minha mãe aqui pertinho. Por mais que eu saiba que ela estará para sempre perto de nós, em nossos corações, melhores lembranças e cuidando da gente de onde quer que esteja a ausência física é algo que dói muito. Creio muito que não acabamos aqui, que há continuidade em nossa existência e isto me consola. Consola também saber que existe um Ser maior e que é pleno de amor que guia nossos caminhos. E é isto que me faz caminhar todos os dias um pouco melhor.
Mãe, agradeço os 36 anos que passei ao seu lado. E tenho certeza que um dia nos encontraremos novamente no Grande Acampamento. Obrigada todos os dias por tudo o que sou.
terça-feira, agosto 30, 2011
Hoje não está tudo bem aqui dentro... difícil a arte de viver. Cantar para espantar um pouco tudo isto.
Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Fez do meu coração a sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar àquela vida de alegria
Quero de novo cantar
Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Fez do meu coração a sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar àquela vida de alegria
Quero de novo cantar
segunda-feira, agosto 29, 2011
A mágica ensina o que a lógica evita
Princesa acredita, viver é bom
Por mais que pareça que a dor é infinita
Princesa acredita, viver é bom
Olha princesa, a dor de viver
É a dor de não ter a resposta
Em seguida do gesto
É a dor de não ver o exato contorno
Do que se queria enxergar
Ah, da pena de ver
O sutil descompasso, o total desacerto
Entre a água e a sede
Entre o peixe e a rede
Entre a linha e o ponto
E esse tal desencontro, princesa
É a dor de viver
Queria te dar tanta coisa bonita
Princesa acredita, viver é bom
[Oswaldo Montenegro]
Princesa acredita, viver é bom
Por mais que pareça que a dor é infinita
Princesa acredita, viver é bom
Olha princesa, a dor de viver
É a dor de não ter a resposta
Em seguida do gesto
É a dor de não ver o exato contorno
Do que se queria enxergar
Ah, da pena de ver
O sutil descompasso, o total desacerto
Entre a água e a sede
Entre o peixe e a rede
Entre a linha e o ponto
E esse tal desencontro, princesa
É a dor de viver
Queria te dar tanta coisa bonita
Princesa acredita, viver é bom
[Oswaldo Montenegro]
Tem dias em que me tomo por sentimentos incríveis de solidão. Me acometem de tal maneira que pareço estar só em uma ilha distante. Mas muitas vezes me pergunto se não sou eu mesma que me transformo nesta ilha e não deixo ninguém aportar. Será que meu destino é não ter um porto seguro? Creio que preciso de mais, mas ainda sinto certo medo. E medo faz a gente se sentir só. Vira tudo um ciclo imenso, do qual tenho certeza: preciso sair. Não quero me sentir mais assim...
sábado, agosto 27, 2011
Poeira
Sim, as festas do Brasil no Jamboree levantaram poeira. A poeira tomou conta da Suécia e Ivetinha fez sucesso, como sempre. Me acabei em cima do palco nas três festas, mesmo estando doente em uma delas. E agora quem disse que quero deixar de dançar em cima dele? Adorei ver as carinhas de pessoas do mundo todo curtindo um pouquinho nossa alegria! Algumas dançando e outras olhando, mas se divertindo! E nem me lembrem do créu. Papai não me criou para isto.
quinta-feira, agosto 25, 2011
Há um mês... Jamboree
Se voltar no tempo fosse possível hoje eu gostaria de fazê-lo. Para reviver o momento de chegar ao Jamboree, achar tudo novo, tudo desconhecido, tudo gigante e bonito. Ver tantos rostos, cores, raças, crenças montando suas barracas e comendo juntos. Há exato um mês estávamos todos no Jamboree felizes pelo simples fato de ter chegado até lá. Um grande Jamboree começou na vida de muita gente há apenas um mês. E vamos continuar mudando o mundo todos os dias, porque estivemos lá, porque somos escoteiros, porque queremos um final feliz. ;) O pequeno passo foi dado, basta caminhar em frente. Saudade...
Jamboree
Como é difícil descrever a sensação de um Jamboree. Tentei fazer isto após alguns que pude participar e as palavras nunca foram suficientes. Talvez para os que são escoteiros seja um pouco mais fácil compreender aquele nó que dá na garganta quando uma boa atividade acaba. Mas uma palavra resume o sentimento que ficou: saudade! E isto tudo é simplesmente escotismo.
Brasil
Depois de um pouco mais de um mês volto a postar no blog. Havia ficado de escrever as experiências do Jamboree e da viagem neste espaço, mas me faltou um pouco de tempo e local para fazê-lo. Mas posso afirmar que tudo valeu a pena e que nossa alma nunca será novamente pequena (se é que um dia foi), parafraseando o poeta.
domingo, julho 24, 2011
Denmark
Em Copenhagen. Cheguei ontem a noite e o verão aqui é um tanto diferente. Digamos que o verão com chuva e um clima de 15º C. Coisinha básica para a Dinamarca.
Quando chegamos ontem (eu, Cris e Argus viemos de Lisboa juntos) os nosso queridos amigos brazucas já nos esperavam no aeroporto. Que delícia!
Hoje andando pela chuva com Kiko e PH. Andamos até sobre o mar (segundo o PH - Jesus Cristo) da Opera House até o outro lado do rio, fomos no museu escoteiro, que estava fechado (alôô! Hoje é domingo, né?), conhecemos a pequena sereira (beeem pequena) e achamos um lugar quentinho para comer. Obrigada Deus pelo Mc Donald de todos os lugares). Vamos continuar o passeio pela tarde.
Onde estão os meninos????
Quando chegamos ontem (eu, Cris e Argus viemos de Lisboa juntos) os nosso queridos amigos brazucas já nos esperavam no aeroporto. Que delícia!
Hoje andando pela chuva com Kiko e PH. Andamos até sobre o mar (segundo o PH - Jesus Cristo) da Opera House até o outro lado do rio, fomos no museu escoteiro, que estava fechado (alôô! Hoje é domingo, né?), conhecemos a pequena sereira (beeem pequena) e achamos um lugar quentinho para comer. Obrigada Deus pelo Mc Donald de todos os lugares). Vamos continuar o passeio pela tarde.
Onde estão os meninos????
sábado, julho 23, 2011
Lisboa
E a viagem para o Jamboree começou ontem com a partida de Goiania e uma longa escala em Brasilia. Escolhi uma conexao grande em Lisboa para conhecer um poquinho da cidade. E com certeza valeu a pena. Lugares muito bonitos estes a beira do Teijo. Fora o pastelzinho de Belem orginal... uma delicia!!!
domingo, junho 26, 2011
Quase quatro meses que mamãe se foi e ainda dói muito. Minha mãe sempre fará falta em minha vida e não há tempo que mude isto. Tenho certeza que ela está sendo muito bem assistida e que nós nos encontraremos novamente. Mas a perda física é algo muito marcante, ainda mais pensando no quanto minha mãe gostava de viver e lutou como pode para continuar viva e cheia de otimismo. Mãe, você sempre será meu orgulho e referência.
terça-feira, maio 03, 2011
segunda-feira, novembro 29, 2010
quarta-feira, novembro 17, 2010
Amanhã é dia de reencontrar amigos queridíssimos no Rio de Janeiro. Só isto me motiva mais, me anima mais. Não tem como ficar de cara feia perto destas pessoas na Cidade Maravilhosa. Não tem como nem ficar séria. Adoro esta sensação que eles me trazem. Acho que eu sou mais eu quando estou por lá. Destravo geral. O Rio de Janeiro é a minha cara e o meu coração.
segunda-feira, novembro 15, 2010
Ontem estava relembrando Os Trapalhões. Eu adorava! Fez parte de boa parte da minha vida e eu adorava ir ao cinema vez os filmes deles. Sou louca pelo Mussum, tenho uma coisa querida com o Zacarias, sou fã do humor do Didi e nenhum deles teria graça sem o Dedé.
O youtube me fez rir e chorar muito com os vários vídeos que achei. E aqui está um que nunca me esqueci:
Didi interpretando uma música cantada por Bethania.
O youtube me fez rir e chorar muito com os vários vídeos que achei. E aqui está um que nunca me esqueci:
Didi interpretando uma música cantada por Bethania.
domingo, novembro 14, 2010
A Fal, do Drops da Fal, escreveu algumas coisas sobre ela que eu gostaria de ter escrito sobre mim:
"– É muito fácil partir meu coração.
– Sou muito, muito só. Não quero estar só, mas não quero estar com quase ninguém, equação incrivelmente complexa, jamais resolvida, jamais solucionada. A grande maioria das pessoas me enerva depois de dez minutos e, Deus sabe, enervo todo mundo depois de bem menos tempo. Mas, ao mesmo tempo, não queria ser tão sozinha.
– Queria significar alguma coisa pra alguém. Sem dramalhão, sei que vou me arrepender de ter dito isso em voz alta. Mas é verdade. Eu não significo. Sou umas palavrinhas bacanas numa tela de computador pruma meia dúzia, mas é isso. E queria mesmo era poder ser alguma coisa muito muito importante na vida de alguém. Não sou. Já fui não sou mais e nunca mais vou ser. Mas continuo querendo, mesmo sabendo que isso não acontece. Megalomania pura, tenho direito.
– Grana é uma preocupação real e diária na minha vida. Eu queria mesmo um pouco de sossego financeiro, mas essa é uma daquelas coisas que não acontecem. Eu vivo muito preocupada..."
Estas são a minha cara...
"– É muito fácil partir meu coração.
– Sou muito, muito só. Não quero estar só, mas não quero estar com quase ninguém, equação incrivelmente complexa, jamais resolvida, jamais solucionada. A grande maioria das pessoas me enerva depois de dez minutos e, Deus sabe, enervo todo mundo depois de bem menos tempo. Mas, ao mesmo tempo, não queria ser tão sozinha.
– Queria significar alguma coisa pra alguém. Sem dramalhão, sei que vou me arrepender de ter dito isso em voz alta. Mas é verdade. Eu não significo. Sou umas palavrinhas bacanas numa tela de computador pruma meia dúzia, mas é isso. E queria mesmo era poder ser alguma coisa muito muito importante na vida de alguém. Não sou. Já fui não sou mais e nunca mais vou ser. Mas continuo querendo, mesmo sabendo que isso não acontece. Megalomania pura, tenho direito.
– Grana é uma preocupação real e diária na minha vida. Eu queria mesmo um pouco de sossego financeiro, mas essa é uma daquelas coisas que não acontecem. Eu vivo muito preocupada..."
Estas são a minha cara...
sábado, novembro 13, 2010
Eu acho que embruteci. Não que eu fosse uma pessoa totalmente carinhosa e dedicada, mas acho que de uns quatro anos pra cá perdi a pouca ternura que tinha. Também já fui mais brincalhona e mais alegre. Quando encontro pessoas do meu passado elas se lembram de mim por esta alegria toda. Tenho ciúmes deste meu passado. Quero ele de volta. Quero conseguir deixar de lado tudo o que me acometeu neste tempo todo e me deixou assim. E acho que perceber isto já é sinal de que posso fazer acontecer.
"Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás." Como disse Che em outro contexto, mas que me cabe agora.
"Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás." Como disse Che em outro contexto, mas que me cabe agora.
sexta-feira, novembro 12, 2010
Tenho tantas considerações a ser feitas sobre mim que acho que chegou a hora de procurar um psicólogo. Acho que seria a pessoa certa para conversar comigo no momento. Alguém que não sinta pena de mim mesma, como eu muitas vezes sinto, mesmo sabendo o quão inadequado é isto. Alguém que me ajude a colocar os meus pingos nos meus is. Estou meio cansada de falar comigo mesma sozinha dentro do carro...
quarta-feira, novembro 10, 2010
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